Planejamento e análise criteriosa de variáveis determinam eficiência na movimentação de materiais no canteiro

O transporte eficaz de materiais em uma obra envolve estratégias cada vez mais sofisticadas de planejamento e execução. Custos, tempo, sistemas de movimentação e estocagem, leiautes de canteiro: o maior segredo da logística é mesmo saber em que momento transportar cada elemento.

“O bom projeto de canteiro é aquele que minimiza a necessidade de movimentação de materiais, por exemplo, prevendo-se o transporte destes o mais possível diretamente para o local de sua utilização, evitando estocagens e movimentações intermediárias adicionais; otimiza o transporte necessário, seja criando vias adequadas ou fazendo uso da ação da gravidade a seu favor ou reduzindo as distâncias a serem percorridas”, define Ubiraci Espinelli Lemes de Souza, professor livre docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e diretor da Produtime. Para ele, o bom projeto deve ainda cuidar para evitar cruzamento de trajetos e prever que a movimentação seja feita em local seguro, por exemplo, sob a estrutura, de maneira a minimizar a exposição ao risco de alguém ser atingido por algo que venha a cair de um pavimento mais alto.

“Um bom plano de ataque depende ainda de um grupo de pessoas testando soluções. Este grupo deve envolver o diretor da obra, o gerente e o engenheiro de suprimentos, que conhecem bem preços, tempo e condições de mercado, porque não é incomum não ter um equipamento disponível para alugar”, afirma Fábio Villas Bôas, diretor da Tecnisa. De acordo com ele, é importante também conhecer cada produto que será empregado na obra, analisar a localização do canteiro e prever soluções a possíveis entraves. “Às vezes, a frente do canteiro é tão estreita que em dia de concretagem a rua fica entulhada de caminhões e a obra não consegue receber mais nada”, pondera Villas Bôas.

Telescopagem ascensional: com duas ancoragens, as bases das gruas são soltas do solo por meio de mecanismos hidráulicos (pistões) e passam a ficar apoiadas no edifício

Mecanização 
Hoje, numa obra que se pretende minimamente industrializada, a gama de possibilidades de mecanização é grande: há de manipuladores telescópicos a guindastes móveis, gruas (de torre fixa, móvel sobre trilhos, ascensional, basculante, automontável), bombas de argamassa e bombas de concreto (estacionárias, bomba-lança ou mastros). Mas entre todos os equipamentos possíveis, os de grande porte são mesmo o caminho crítico, caso da grua, que por definição é como um guindaste fixo, ou do próprio guindaste montado sobre pneus ou esteira.

Segundo Marcelo Scigliano, sócio-diretor da Grumont e diretor de Gruas da Associação Brasileira dos Locadores de Equipamentos e Bens Móveis (Alec), a grua tem um alcance maior de altura e distância e opera com mais rapidez e com custo menor, mas pode exigir um guindaste sobre pneus na hora de ser montada. “Guindastes sobre pneus ou esteiras são mais utilizados em obras com dificuldades de solo e acesso, e também em trabalhos curtos esporádicos. Geralmente, as locadoras cobram por hora com o mínimo de utilização de dez horas/dia”, explica. “Estes equipamentos são responsáveis pela movimentação de praticamente todos os materiais da obra para seus respectivos locais de aplicação. Com a grua, a redução de custos pode ser enorme. Se pensarmos em um palete de blocos de 1 t, quantos colaboradores seriam necessários para carregá-lo até sua aplicação na evolução de um prédio? E quanto tempo levaria este trabalho sem a grua para içá-lo e posicioná-lo no local de aplicação?”, questiona Scigliano.

Caminhos próprios 
Soluções bem particulares para o transporte de materiais são vistas cada vez mais. Uma delas está em Goiânia (GO). Duas gruas de torre ascensional operam na construção do complexo Órion Business & Health Complex, obra de quase 124.700 m² do consórcio GVC & FR Incorporadora. Iniciada em março de 2014, a construção do empreendimento, com estrutura de concreto armado e protendido e vedação em blocos de concreto e drywall, já está avançada. O complexo atingirá 175 m acima do nível da rua – o início da obra foi a -9,4 m. Os equipamentos, fornecidos pela Liebherr, foram instalados há mais de um ano no poço dos elevadores da obra. A previsão é de que o complexo seja inaugurado em dezembro de 2017, mas a operação das gruas deve durar 18 meses, indo até janeiro de 2017.

A construtora optou por alturas livres de gancho de 36,2 m e 28,4 m cada grua. A diferença entre as alturas de montagem inicial dos equipamentos foi estabelecida para que as lanças, respectivamente com 50 m e 25 m, não interferissem uma na outra. A primeira lança deve chegar a uma altura final de 185 m – em setembro, já havia atingido 160 m – e a outra, de 120 m. Ambas são utilizadas para o transporte de fôrmas, ferragens, módulos da fachada pele de vidro, placas de drywall, estruturas metálicas, escadas pré-moldadas, grandes equipamentos e até cabos, atendendo a cerca de 95% da área total construída do complexo.

O transporte vertical pelo método ascensional não é novo no Brasil. Segundo a Liebherr, outros guindastes de torre antigos (vendidos em 1978) já operaram dessa forma. O ineditismo neste caso está na fabricação nacional do modelo (85 EC-B 5b FR.tronic) e no método de operação a partir do poço do elevador. Segundo Frank Guimarães Vaz de Campos, sócio proprietário da construtora GVC, no caso do Órion o uso de equipamentos de grande capacidade para o içamento de materiais era mandatório e a opção ficou entre modelos de torre com base fixa ou ascensional. “Em função da altura e do projeto do complexo, a base ascensional se tornou mais viável”, avalia. Ele diz que o modelo tem muita precisão, força e velocidade. “Com ele, o processo logístico da obra foi facilitado e viabilizou a aplicação de escadas pré-moldadas e o uso de um sistema de fôrmas italiano de alta performance”, contabiliza.

Montagem e alcance

Transporte de cabines cremalheiras e escadas pré-moldadas: os equipamentos de
grande porte podem atender a cerca de 95% da área total construída do complexo

Na obra do Órion Business & Health Complex, as gruas foram montadas cada uma dentro de um poço de elevador. As bases iniciais foram integradas à fundação da obra, evitando custos adicionais. O engenheiro de Instalações da GVC, Leopoldo Gouthier Thiago Oliveira, conta que, após os primeiros pavimentos acima do nível do terreno atingirem 10,2 m de altura, foi realizada a primeira telescopagem ascensional: com duas ancoragens, as bases das gruas foram soltas do solo, por meio de mecanismos hidráulicos (pistões), e passaram a ficar apoiadas no edifício. Os dois equipamentos foram erguidos por completo, inicialmente em 8,8 m.

Para a realização das três primeiras telescopagens, o consórcio contou com o auxílio técnico da equipe Tower Crane Solutions, da Liebherr, que realizou e ensinou o procedimento à equipe da obra. “Usam-se três quadros de ancoragem (réguas), que ficam em volta da grua, apoiados sobre duas vigas metálicas ‘i’. A torre fica apoiada apenas em dois quadros. O terceiro serve apenas para preparar a grua para a próxima subida. Na operação ascensional, aciona-se o pistão, que empurra a grua para cima, passando pelos ‘degraus’ desta régua”, diz Oliveira.

A telescopagem é repetida até que se atinja a altura final requerida: no caso do guindaste mais alto, 14 vezes a inicial; no caso do mais baixo, dez vezes. A altura erguida em cada um desses passos varia entre 8,8 m e 12,96 m e, após os procedimentos, um trabalhador qualificado deve checar a nova parametrização do equipamento. “Cada poço de elevador tem dimensões diferentes, então foi necessário enviar estas medidas para a Liebherr modelar o desenho personalizado das vigas metálicas de ancoragem. No nosso caso, há 2,5 m entre vigas. Mas os quadros de ancoragem têm tamanho padrão”, afirma Oliveira. “Esta ancoragem é apoiada na viga de concreto da estrutura do prédio e chega à laje. Para chumbá-la, é necessário furar uns 12 cm de laje maciça, fora da linha de ferragens. São oito furos de uma polegada por viga”, diz Oliveira. Os parafusos devem garantir estabilidade total à grua em operação.

A GVC também sofreu uma curva de aprendizado. “A primeira telescopagem levou três dias para ser concluída por duas equipes de seis pessoas cada porque tentamos furar a laje com uma furadeira normal. Hoje, usamos uma perfuratriz e três homens por equipe. Gastamos só seis horas por operação”, revela. As etapas de subida das gruas são quase simultâneas: a de raio maior (50 m) começa um pouco antes só para evitar qualquer possibilidade de encontro entre as lanças. A data da operação depende do cronograma de concretagem das lajes. Segundo Oliveira, geralmente ela é marcada uma vez por mês em um fim de semana (sábado à tarde), junto com a concretagem das lajes, serviço que não depende das gruas. Após a torre ascender de laje, basta grautear a área.

O processo logístico da obra foi facilitado e viabilizou o uso de um sistema de fôrmas de alta performance

Aplicação 
Os modelos ascensionais começam a ganhar espaço devido à falta de espaço e alteração na legislação limitando o raio de operação de uma grua. Além disso, a torre ascensional é vantajosa em obras muito altas, porque demanda menos segmentos de torre para se atingir a altura final da construção.

Mas não é somente a altura da obra que deve ser levada em consideração na hora de optar por um equipamento ascensional. Entre outros fatores, os tipos de carga a ser içada e o posicionamento das torres na área do terreno e, consequentemente, dos equipamentos, também são essenciais: quanto mais centrais na obra, maior a área que poderá cobrir.

De acordo com Oliveira, a maior capacidade de carga também foi decisiva para a escolha da torre ascensional. “A grua menor (com lança de 25 m) ergue até 4 t”, afirma. Além disso, destaca, como sobe bem acima da última laje, a grua permitirá içar com folga materiais importantes para a obra, como as fôrmas de 4 m, o que não seria alcançado por outro modelo. A velocidade de içamento também surpreende: 40 m por minuto. “Posso subir uma carga a 140 m em menos de três minutos”, calcula o engenheiro.

Para Marcelo Scigliano, da Alec, a decisão sobre o alcance e a capacidade de carga ideal de uma grua depende ainda do sistema construtivo empregado na obra. “Uma obra convencional, comum no país, normalmente utiliza gruas de menor capacidade”, aponta. Segundo ele, isto deve mudar com o tempo, devido à necessidade de se reduzir custos e aumentar a produtividade nos canteiros. “Algumas construtoras já enxergaram isso e desenvolvem projetos de industrialização que ensejam gruas mais robustas”, revela.

Just in time eficaz
Logística de materiais é muito mais do que saber como levar um insumo daqui para lá e onde estocá-lo. Na busca por melhor desempenho nas obras, os conceitos de lean construction (construção enxuta) e just in time têm surgido como tendência. Para Ubiraci Espinelli, da Poli-USP, “minimizar as quantidades de material estocado reduz a falta de espaço, o risco de deterioração pelo armazenamento prolongado e até a estocagem de capital”. Mas ele ressalta que “há que se tomar cuidado para que eventuais variações no processo, tais como um atraso na entrega ou um acentuamento da demanda, não venham a promover a falta de material, comprometendo a produtividade da mão de obra”.

Organização logística nas obras da Gafisa: recebimento de insumos ensacados e paletizados

Uma nova organização logística nas obras da Gafisa tem resultado no recebimento de insumos ensacados e paletizados e num esquema de transporte mecanizado, de forma a percorrer o menor espaço possível no canteiro. “O ajudante de instalação de drywall não dá mais do que três passos entre a retirada do material do palete e o local de colocação da placa”, conta Guilherme Sartori, diretor de Operações da construtora. “Com isso, as perdas estimadas nos orçamentos caíram pela metade”, diz.

Mas para que o just in time seja possível, Sartori destaca a importância do engajamento dos fornecedores. “A escala de trabalho de uma grua é hoje extremamente precisa e conectada aos ciclos de execução. Chegamos a ter hora ou hora e meia por fornecedor, que precisa entregar no tempo certo o material preparado e separado, sem sobras”, diz. Segundo ele, isso já é possível no fornecimento de drywall e telas de aço. O material que chega à obra da Gafisa e não pode ser usado na hora é etiquetado e estocado em paletes. O procedimento de sair do estoque em quantidades cravadas, direto para o pavimento, também dá visibilidade a eventuais distorções de aplicação. “O controle é total. Se houver sobreconsumo de cimento no serviço de contrapiso, pode contar que a espessura excedeu o recomendado”, diz.

Fabiano Boccardo, gestor Nacional de Parede de Concreto da MRV Engenharia, conta que está começando a usar com sucesso duas ferramentas da lean construction: os sistemas kanban, que numera e identifica os kits de materiais, apontando o local de aplicação, conforme agendamento, e heijunka box, quadro que organiza a programação (datas e horários exatos) da liberação dos insumos. Cada cor de cartão se refere a uma determinada atividade da obra. Segundo Boccardo, o material a ser liberado é levado até a frente de trabalho pela equipe do almoxarifado. A Novaes Engenharia, do Ceará, também vem aplicando conceitos de lean construction, sobretudo para reduzir as atividades que não agregam valor ao seu produto. Marcos de Vasconcellos Novaes, diretor da empresa, lembra que a construtora definiu um fluxo de produção em função do ritmo, escopos, recursos e terminalidades e adaptou os conceitos lean às características peculiares e de variabilidade das obras para contribuírem com o aumento da produtividade. Uma das ferramentas é o andon, que controla visualmente as paradas de uma linha de produção. “Uma luz vermelha e uma sirene são acionadas na sala do engenheiro responsável pela obra sempre que houver um ponto crítico. Se isto acontecer, ele sabe que tem de resolver imediatamente a questão, antes que o problema pare a obra”, diz.

 

Basculante 
A escolha da grua ideal deve considerar ainda o raio de alcance da lança e as condições e necessidades do canteiro na entrega dos materiais. “Em São Paulo, o máximo que a lança pode avançar para a além dos limites do terreno – do tapume – são 10 m”, lembra Scigliano. Justamente por isso, para ele, o futuro do mercado está na grua basculante, cuja lança pode se mover para cima e para baixo. Ele explica que a contralança tem apenas 7 m de extensão, funcionando bem em canteiros mais estreitos.

O especialista explica que, se necessário, a lança de 50 m de uma grua basculante pode ser utilizada em espaços restritos com 20 m de raio somente, uma grande vantagem em relação à lança convencional, que não tem como recolher sua ponta. “Além disso, quando a lança basculante sobe a até 70o, ganha 45 m de altura de alcance. Esta condição impede que o equipamento trave a obra quando tem de girar no perímetro do canteiro e ainda ganha um alcance de altura relevante”, comenta Scigliano. Segundo ele, esta característica é especialmente importante se a obra usa mais de uma grua. “Com lanças de 40 m a 60 m, estas gruas podem içar de 4 t a 16 t e são usadas em vários tipos de obras. Por outro lado, as etapas de manutenção, montagem, operação e desmontagem são mais complexas”, pondera.

Içamento de vigas pórtico para o topo do edifício

Outra opção frequente em pequenas obras são as minigruas. “Elas têm um sistema simples de subida, parecido com o que aciona persianas (talha com correntes). Têm lança máxima de 6 m, capacidade de carga de até 500 kg e são do tipo ascensional (a torre mede 50 cm x 50 cm aproximadamente). Mas também precisam de operador habilitado”, enumera o representante da Alec. O custo é menor do que o de uma grua. “As minigruas, com guinchos específicos, fazem bem o serviço de transporte laje a laje de peças das fachadas unitizadas”, lembra Fábio Villas Bôas, da Tecnisa.

A instalação e operação de gruas e guindastes são regidas pelas normas regulamentadoras (NRs) 18.14.24 Gruas (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) e 35 (Trabalho em Altura). É fundamental ainda seguir o manual do fabricante e contratar quem faça estes serviços para não colocar a obra em risco: 90% dos acidentes fatais acontecem durante a montagem ou desmontagem destes equipamentos. Além disso, adverte Scigliano, é importante ter o operador dentro da cabine de comando. “Esta história de o operador usar um controle remoto é muito arriscada”.

Planejamento
A utilização de uma grua tem de ser planejada desde o início da obra e o fator custo pode ser ilusório. “Muita construtora instala a grua só quando já está na quarta laje, pensando em reduzir custos; esquece que poderia ter agilizado o processo desde a fundação e subsolo, baixando o material com rapidez e organização. Ou seja, não se dá conta de que, em vez de diminuir o custo, fez justamente o caminho contrário”, comenta Scigliano. Em uma obra de baixa renda, o transporte das ferragens e de blocos em paletes é altamente produtivo. “A construtora que tem uma grua na obra, a usa do começo ao fim da construção. É comum até pedir mais alguns dias para içar equipamentos como os de ar-condicionado à cobertura”, conta Scigliano.

Para Tarcísio José Oliveira Filho, gerente Regional da Via Engenharia, especialista na análise logística e na gestão de canteiros de obra, deve-se tratar o canteiro como uma indústria. “Esta é uma premissa. O local da obra é o ponto de partida para definir o sistema construtivo, os equipamentos e suas capacidades, o número de trabalhadores e como tratar as interferências nos vizinhos”, comenta.

Içamento e montagem das placas cimentícias que compõem a fachada

“Pensando no fluxo de atividades (informações, materiais e pessoas) dentro de um canteiro, a concepção de um empreendimento é importante. Pode resolver ou piorar muito as condições de uma obra. Uma concepção adequada deve materializar as condições para que as movimentações aconteçam de forma ordenada”, garante Espinelli. Ele ensina que quanto mais o fornecimento se baseia em materiais a granel e as distâncias a vencer se tornam maiores, maior é o esforço demandado na movimentação. “Para alguns serviços executados de maneira convencional, como, por exemplo, o revestimento interno de paredes com argamassa produzida a partir de cimento, cal e areia dosados e misturados em obra, o esforço de transporte dos insumos pode ser até superior ao gasto na aplicação final da argamassa. O mesmo revestimento, feito com argamassa em silo, bombeada para o andar a seco, misturada automaticamente e projetada, pode demandar muito poucas horas de esforço de movimentação”, acrescenta.

Ubiraci Espinelli explica que, ao calcular o esforço de transporte, o gestor pode determinar o número de homens x hora necessários para a obra como um todo. “Tal cálculo pode ser feito momento a momento, permitindo a definição de um sistema de transportes econômico”, diz. A escolha do sistema de transportes depende de definir as alternativas viáveis e compará-las em cada obra, considerando para isso as limitações técnicas quanto ao uso do equipamento e a capacidade de transportar a quantidade de material necessário em certo prazo. “Guindastes pesados não podem transitar sobre lajes dimensionadas para cargas normais de uso e uma grua capaz apenas de erguer caçambas de até 500 l não consegue fazer uma concretagem de uma laje de 600 m² em um dia”, pondera. Quanto à avaliação das vantagens e desvantagens relativas, comenta: “O melhor é definir quais características têm valor para a empresa/ obra e aí fazer a escolha a mais técnica possível”.

 

Por: Nathalia Barboza

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