Como construir: proteções coletivas contra queda de altura

Comitê Permanente Regional de Ribeirão Preto*

Figura 1 – Guarda-corpo-Rodapé metálico (dimensões e fixação na laje)

Este artigo chama a atenção para a necessidade das empresas em adotar uma política efetiva de prevenção de acidentes com base no princípio do não improviso. “Improvisada” é toda atividade que não seja fruto de orientação racional, de conhecimento consciente e elaborado, projetada, planejada, programada, concebida para o fim a que se destina, ou seja, a segurança do trabalhador.

Da leitura do item 18.3.4 da Norma Regulamentadora nº 18 – (NR-18), emerge a obrigatoriedade das empresas em elaborar e implementar um Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil (PCMAT) que contenha, dentre outros quesitos, o projeto de execução das proteções coletivas e suas especificações técnicas em conformidade com as etapas da execução da obra.

O projeto de execução das proteções coletivas deve ser anterior à necessidade de instalação de tais proteções. Quando a norma estabelece que os projetos devem estar em conformidade com as etapas de execução da obra, isso significa que devem ser planejados e adequados à realidade sempre mutável do empreendimento.

O improviso só pode ser combatido com planejamento e organização desde a prevenção e implantando as medidas necessárias no que se refere aos riscos de acidentes presentes no processo construtivo, cristalizando-se, principalmente, em projetos.

Portanto, nos PCMATs é imprescindível a existência de projetos específicos para determinadas atividades, consideradas de risco grave e iminente, com detalhamento qualitativo e quantitativo dos materiais e das técnicas a serem empregadas, bem como desenhos, normas, projeções e disposições especiais.

Figura 4 – Sistema P4

A adoção de medidas para o controle do risco de queda, por meio do estudo, desenvolvimento e implantação de soluções de proteção coletiva, deve obedecer à hierarquia preconizada na Norma Regulamentadora nº 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (NR-9), em seu item 9.3.5, ou seja, com a implementação de proteção coletiva na periferia da edificação, de medidas administrativas ou de organização do trabalho e, de forma complementar, da utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Responsabilidades
O item 18.3.2 da NR-18 determina que o PCMAT deve ser elaborado por profissional legalmente habilitado na área de segurança do trabalho, isto é, um engenheiro de segurança do trabalho, conforme estabelecido pela Nota Técnica n° 96, da Secretária da Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

Da leitura do item 18.3.4 alínea B emerge a obrigatoriedade dos projetos de execução das proteções coletivas estarem integrados ao PCMAT. Estes projetos devem ser elaborados por profissional habilitado, com especialização na área, com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea).

Portanto, o PCMAT deverá ser elaborado por Engenheiro de Segurança do Trabalho, contendo, nos anexos, os projetos específicos de proteção coletiva acompanhado das ARTs dos profissionais responsáveis pela sua concepção, que é o instrumento hábil para comprovar a sua autoria.

Sistema de proteção perimetral em edificações com estrutura em concreto armado

Sistema de proteção na fase da préconcretagem da laje
a) Especificações técnicas do Guarda- -corpo-Rodapé (GcR)
O GcR é uma proteção rígida que deve ser instalada em locais onde haja risco de queda. Deve ser construído com altura de 1,20 m, rodapé mínimo de 0,20 m de altura e largura dimensionada em função da distribuição e da resistência do sistema de apoio na viga perimetral. No exemplo ilustrado na figura 1, foi utilizado um GcR com 2 m de largura.

Sugere-se construir a moldura do GcR em perfil “T” de 22 mm por 3 mm ou com barras de vergalhão CA-50 de 12,5 mm. O fechamento interno é formado por tela para estrutura de concreto armado com diâmetro dos fios de 3 mm, espaçamento entre fios de 15 cm e rodapé em chapa metálica, conforme figura 1. Esse sistema pode ser utilizado também diretamente na laje concretada. Para isso, deve-se prever pés de apoio para o chumbamento.

b) Fixação do sistema de apoio do GcR na viga perimetral ou nos garfos de sustentação
O sistema de apoio do GcR deve ser constituído de material resistente e seguramente fixado aos garfos de sustentação ou na viga perimetral do edifício. Na sugestão ilustrada pela figura 2, utilizaram- se pontaletes de madeira com seção retangular e 1,30 m de comprimento. Na sugestão apresentada na figura 3, utilizou-se de um suporte composto por chapa metálica fixado com pregos nos garfos perimetrais – nesse caso, deve-se soldar, nessa chapa, um tubo metálico para suportar um vergalhão de 1,30 m de comprimento, ao qual o GcR deverá ser amarrado.

c) Sistema P4
O sistema P4 também tem a função de proteção perimetral na fase da pré- -concretagem. A haste deve ser fixada nos garfos de sustentação da viga perimetral. Para o guarda-corpo, poderá ser usado o

sistema GcR ou rodapés e travessas de madeira com fechamento com tela de polietileno, conforme figura 4.

O sistema de apoio do GcR deve ser fixado aos garfos de sustentação da viga perimetral logo após o término da forração da laje, antes da concretagem dos pilares e do início dos serviços dos ferreiros, encanadores, eletricistas etc. (figura 5).

Para a montagem do sistema de fixação e apoio do GcR, os trabalhadores devem utilizar cintos de segurança tipo paraquedista ancorados ao sistema de linha de vida.

O GcR deve ser fixado na face interna do sistema de apoio. A remoção desse sistema será feita somente após a concretagem da laje para a montagem do sistema de proteção da fase pós-concretagem, contemplado no próximo item.

Sistema de proteção na fase pós-concretagem da laje

a) Especificações técnicas da minibandeja
A minibandeja deve ser construída em aço e ser capaz de suportar, no mínimo, três vezes os esforços solicitados. O sistema é constituído por uma viga metálica tipo “U” na horizontal com 1,20 m e uma viga metálica tipo “U” na vertical, também com 1,20 m, conforme figura 6.

 

b) Fixação da minibandeja na laje
A instalação da minibandeja deve ser feita com ganchos metálicos dimensionados conforme os esforços solicitados. Os ganchos devem ser espaçados seguindo a dimensão do GcR. No exemplo ilustrado na figura 7, foi utilizado GcR com 2 m de largura, fixado a 45 cm da face da edificação.

c) Sistema P5
O sistema “P5” também tem a função de proteção perimetral na fase da pós-concretagem. A haste deve ser aparafusada na viga perimetral conforme a figura 8. O fechamento pode utilizar o sistema GcR ou rodapés e travessas de madeira e tela de polietileno.

d) Instalação do sistema
O sistema de minibandeja deve ser instalado no dia seguinte ao da concretagem da laje, antes do início da montagem das fôrmas dos pilares e das vigas do próximo pavimento. Os trabalhadores, utilizando cintos de segurança tipo paraquedista ancorados ao sistema de linha de vida, devem remover o sistema de proteção pré-concretagem, instalar as minibandejas e recolocar o GcR, agora na minibandeja. A instalação do GcR na minibandeja segue o mesmo procedimento da instalação feita no sistema pré-concretagem.

A remoção do sistema de minibandeja ocorre somente para a instalação do GcR diretamente na laje ou para a execução da alvenaria definitiva. É recomendado trabalhar com dois jogos de minibandeja, sendo um na laje concretada e o outro na laje a ser concretada, conforme figura 9.

Caso o sistema de escoramento das vigas periféricas da laje utilize garfos em balanço em relação à laje inferior, a forração da minibandeja deve distanciar-se cerca de 15 cm da face externa da laje, conforme figura 10. A forração da minibandeja é composta por tábuas de 30 cm com resistência equivalente aos esforços solicitados.

Sistema de proteção perimetral em edificações com estrutura em alvenaria estrutural
a) Especificações técnicas da proteção periférica (guarda-corpo tipo gradil)
O sistema de proteção de periferia (guarda-corpo tipo gradil, ilustrado na figura 11) oferece proteção para os operários que trabalham na laje.


O sistema oferece proteção na etapa de concretagem da laje e durante a da alvenaria da primeira à quinta fiada e, posteriormente, até a última fiada, quando os pedreiros estão trabalhando nas passarelas sobre os cavaletes. O guarda-corpo é formado por um quadro metálico com altura de 1,5 m e largura variável de acordo com o projeto. O fechamento interno é composto por tela para estrutura de concreto armado com diâmetro dos fios de 2,5 mm, com espaçamento entre fios de 15 cm. Esses gradis são unidos uns aos outros por meio de trincos.

b) Fixação do suporte da grade de proteção
Cada suporte é fixado por dois parafusos, dimensionados conforme os esforços solicitados, no lado interno da edificação, por meio da chapa de fixação e travados por borboletas, conforme figura 12.

c) Instalação do sistema
A instalação da proteção inicia-se com a marcação dos furos na 11ª fiada, utilizando-se as chapas de fixação como guia, conforme figura 13. Este sistema possui dois modos de ajuste de altura. Quando a grade estiver na 1º posição, estará protegendo o trabalhador contra queda na execução da 1ª fiada à última fiada. A grade de proteção na 2º posição fará a proteção na etapa da concretagem e içamento das lajes.

Figura 14 – Fixação da linha de vida na laje (sugestão 1)

Depois de elevar a alvenaria até a 11ª fiada, o suporte deve ser erguido, voltando a proteger todas as etapas da elevação da alvenaria.

Medidas de proteção através do sistema de linha de vida
a) Especificações técnicas da linha de vida
O dimensionamento do sistema de linha de vida deve ser feito por profissional habilitado, levando em consideração, entre outros fatores, a distância entre as hastes, o número máximo de funcionários ancorados em cada seção da linha de vida, o modo de fixação da haste na laje, bem como a amarração do cabo de aço. Os resultados devem ser apresentados em um memorial de cálculo e também em projeto.

No exemplo ilustrado na figura 14, utilizou-se espaçamento entre hastes de no máximo 8 m. Também foi considerado um carregamento máximo de duas pessoas por seção.

b) Fixação da linha de vida na laje
O sistema de linha de vida ilustrado na figura 14 (sugestão 1) é composto de hastes metálicas com 6 m de comprimento, suportes tipo tripé, copos de apoio, grampos e cabos de aço. O projeto foi dimensionado para atender a duas lajes consecutivas, sendo a linha de vida primária para a proteção da laje concretada e a linha de vida secundária para a proteção da laje a ser

Figura 15 – Fixação da linha de vida na laje (sugestão 2)

concretada. O suporte tipo tripé, fixado na laje com pino tipo parabolt, e o copo metálico para apoio garantem a estabilização do sistema.

Já o sistema de linha de vida ilustrado na figura 15 (sugestão 2) é composto de hastes metálicas com 7,50 m de comprimento, suportes tipo tripé, sistemas de apoio, grampos e cabos de aço. O projeto foi feito para atender a três lajes consecutivas, sendo duas lajes concretadas e uma laje a ser concretada. O travamento desse sistema é feito através do suporte tipo tripé, fixado na laje e também, na laje anterior, por uma base metálica chumbada por parabolt.

c) Instalação do sistema
As hastes da linha de vida devem ser locadas o mais próximo possível da periferia do edifício, nas junções das placas que compõem a fôrma do piso para facilitar a desenforma (figura 16).

Figura 16 – Elementos que compõem a linha de vida (sugestão 1)

Montagem do sistema de GcR, minibandejas e linha de vida
a) Procedimento no dia da concretagem
No dia da concretagem da laje, o sistema de proteção com GcR fixado no garfo de sustentação da viga perimetral deve estar instalado em todo perímetro da laje. Essa proteção, conforme ilustra a figura 17, permite que os trabalhadores executem o serviço de concretagem sem utilizar o cinto de segurança.

b) Procedimento no dia seguinte ao da concretagem
No dia seguinte ao da concretagem da laje, o primeiro serviço é remover os cabos de aço e grampos da linha de vida primária, elevar as hastes e instalar a linha de vida primária novamente, porém no pavimento superior. A linha de vida secundária não precisa ser desmontada, pois será apenas elevada junto com as hastes (figura 18).

Com a linha de vida instalada, o próximo passo é remover as proteções GcR fixadas nos garfos de sustentação e instalar as minibandejas. Para esse serviço é necessário cinto de segurança ancorado à linha de vida.

c) Procedimento no dia da montagem das vigas
A linha de vida secundária será utilizada na montagem das vigas perimetrais e da forma da próxima laje a ser concretada (figura 19).

Medidas de proteção através de plataformas principal e secundária (bandejas)
a) Especificações técnicas das plataformas
As plataformas de proteção devem ser instaladas em todo perímetro da construção de edifícios com mais de quatro pavimentos. A plataforma principal deve ser instalada na altura da primeira laje que esteja, no mínimo, um pé-direito acima do nível do terreno.

Essa plataforma deve ter, no mínimo, 2,50 m de projeção horizontal e complemento de 80 cm com inclinação de 45°. As plataformas secundárias devem ser instaladas acima e a partir da plataforma principal, de três em três lajes, e devem ter, no mínimo, 1,40 m de projeção horizontal e complemento de 80 cm com inclinação de 45°.

Figura 20 – Distribuição de cargas nas plataformas

 

Figura 21 – Sistema de fixação da plataforma na edificação (sugestão 1)

Na memória de cálculo da resistência das plataformas, prever todas as cargas atuantes, como peso próprio do elemento estrutural, ação dinâmica do vento, acúmulo de detritos, sobrecarga para manutenção (serviços de limpeza), peso de andaimes suspensos (balancim), telas fachadeiras e dos operadores responsáveis pela montagem.

No exemplo ilustrado na figura 20, como medida de segurança, a carga distribuída encontrada pelo somatório de todas as cargas atuantes foi aplicada no ponto mais critico da estrutura.

b) Fixação da plataforma na edificação
Considera-se, no sistema de fixação da plataforma na edificação, todas as cargas levantadas na memória de calculo da resistência da plataforma.

A fixação da plataforma ilustrada na figura 21 (sugestão 1) é feita por meio de um pino metálico concretado junto à laje. Esse sistema facilita a montagem e desmontagem da plataforma.

Na figura 22 (sugestão 2), a fixação da plataforma é feita com gancho metálico, também concretado junta à laje.

c) Instalação do sistema
O sistema de assoalhos deve garantir que o madeiramento não desprenda da plataforma em razão dos ventos, exposição ao clima e desgaste da madeira.

Figura 25 – Sistema SLQA leve

No exemplo ilustrado nas figuras 23 e 24 utilizaram-se, além da fixação por pregos, uma barra metálica transversal parafusada na estrutura da plataforma, unindo todo pano de madeira da forração.

Medidas de proteção com tela SLQA e/ou rede de Segurança
Tipos de sistemas
Conforme a NR-18, os sistemas limitadores de quedas de altura (SLQA) têm a função de limitar a queda de pessoas e objetos, justamente na área de maior risco, os três últimos pavimentos em construção. O sistema ascende conforme eleva- -se a estrutura da torre, sempre envolvendo, com uma rede de proteção, todo o perímetro dos três pavimentos mais altos. O mercado oferece três tipos deste produto: leve, intermediário e pesado.

Sistema leve (aparalixo)
É utilizado apenas para queda de pequenos materiais, proibido seu uso para a proteção contra queda de pessoas (figura 25).

Figura 26 – Sistema SLQA intermediárioSistema Intermediário
Pode ser utilizado tanto para a proteção contra a queda de materiais quanto de pessoas (figura 26).

Sistema pesado
Equipamento mais completo que o sistema intermediário, também pode ser utilizado tanto para a proteção contra a queda de materiais quanto de pessoas (figura 27).

Composição do equipamento
a) Rede de segurança
A rede deve ser confeccionada em cor que proporcione contraste, preferencialmente escura, em cordéis 30/45, com distância entre nós de 40 mm a 60 mm e altura mínima de 10 m. Atender também aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2.

b) Cordas de sustentação ou de amarração e perimétrica da rede
As cordas de sustentação e as perimétricas devem ter diâmetro mínimo de 16 mm e carga de ruptura mínima de 30 kN, já considerado, em seu cálculo, fator de segurança 2.

Figura 27 – Sistema SLQA pesado

c) Conjunto de sustentação, fixação e ancoragem e acessórios de rede
O conjunto de sustentação do sistema SLQA é formado por elemento forca, grampos de fixação do elemento forca e ganchos de ancoragem da rede na parte inferior, conforme indicação do fabricante. A estrutura de sustentação deve ser dimensionada por profissional legalmente habilitado.

Medidas de proteção na utilização de shaft para transposição de formas
Definição em projeto dos locais dos shafts
Esse sistema foi desenvolvido para evitar que se faça a ascensão das formas da estrutura pela periferia da edificação, evitando a queda de pessoas e materiais. Os shafts devem ser dimensionados e locados na laje levando em consideração o deslocamento dos trabalhadores bem como as recomendações do calculista estrutural. No exemplo abaixo foi dimensionado um shaft em cada apartamento e também nas caixas dos elevadores. Para o uso da caixa de elevador como shaft para a transposição de formas é necessário executar uma laje de concreto provisória em toda caixa de elevador, deixando apenas a abertura para a passagem do madeiramento.

No exemplo ilustrado na figura 28, são previstas aberturas de 1,50 m x 0,35 m, locadas nas caixas de elevador e também em cada apartamento, para que o trabalhador não necessite deslocar-se muito para a transposição das formas.

Utilização dos shafts
Para a correta utilização dos shafts, o funcionário deve ser instruído sobre os riscos de transpor as formas pela periferia do edifício, uso correto dos EPIs, verificação dos sistemas de proteção coletiva etc. Essas instruções são oficializadas com o treinamento de todos os funcionários envolvidos, bem como a emissão de uma Ordem de Serviço.

Fechamento dos shafts
As aberturas dos shafts devem ser fechadas logo após a subida das fôrmas, refazendo-se a ferragem do local da abertura do shaft antes da concretagem.

Créditos (*)
Este artigo reproduz o conteúdo da Sugestão Técnica de Procedimentos 01, referente a proteções coletivas contra queda de altura, publicada em 2015 pelo Comitê Permanente Regional de Ribeirão Preto – constituído por representantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Ribeirão Preto. O trabelho contou com apoio técnico e científico de representantes da Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto (PMRP), da Associação de Engenharia Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (Aeaarp), do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho (Sintesp), do Grupo de Vigilância Sanitária (GVS), do Centro de Referência na Saúde dos Trabalhadores (Cerest), dentre outros parceiros, tendo por objetivo a melhoria das condições e do ambiente de trabalho na indústria da construção.

Representantes do CPR
– Edson Bim – Ministério do Trabalho e Emprego
– Ana Lucia Pereira – Senai/Sinduscon
– Guilherme Canesin – Copema Engenharia e Construções
– Fernanda Fernandes – Copema Engenharia e Construções
– Luis Eduardo Gomes Penetra – Construtora Pagano
– Márcio Genovez – HabiarteBarc Construções
– Jairo Leite Castilho – Rossi Performace
– Beatriz Junqueira – MRV Engenharia
– M. Mercedes Furegato Pedreira de Freitas – MFP Engenharia e Consultoria
– CP Construplan Construções e Planejamento

Veja também: