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Brasil é o quinto em ranking internacional de expansão da capacidade instalada de geração eólica em 2016

País lidera na América Latina, mas ainda está muito atrás de países como China e Estados Unidos

Luísa Cortés, do Portal PINIweb
14/Fevereiro/2017
Shutterstock

O Brasil é o quinto país que mais expandiu a sua capacidade instalada de geração eólica em 2016, com um aumento de 2.014 megawatts entre janeiro e dezembro. Ele está atrás da China (23.328 MW), Estados Unidos (8.203 MW), Alemanha (5.443 MW) e Índia (3,612 MW). Os dados são da Global Wind Energy Council (GWEC), organização internacional da indústria eólica.

Com o resultado adquirido no ano passado, o país chega ao 9º lugar com maior capacidade acumulada de energia eólica do mundo, de 10.740 MW, subindo uma posição em comparação ao ano passado. Ele ocupa o primeiro lugar na América Latina (15.296), apesar de ainda estar distante dos primeiros lugares, como a China (168.90) e os Estados Unidos (82.184).

Também compõem a lista, acima do Brasil, países como Alemanha (50.018), Índia (28.700), Espanha (23.074), Reino Unido (14.543), França (12.066) e Canadá (11.900).

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entretanto, a expansão do Brasil em 2016 seria ainda maior, de 2.491 MW no ano.

O Brasil comprometeu-se na COP 21, em 2015, a aumentar em 33% o uso de fontes renováveis, para além da matriz hídrica, até 2030. A meta é alcançar 23% de matriz elétrica renovável, para além da energia hídrica.

Apenas no ano passado, a PINIweb registrou a implementação de cinco complexos ou parque eólicos no país, em especial na região Nordeste: usinas no Complexo Eólico Santa Mônica (CE); Complexo Eólico Ventos do Araripe (PI e PE); Parque Eólico de Cristalândia (BA); Parque Eólico Pontal 2A (RS); e Complexo Morrinhos Energias Renováveis (BA).

Leia o relatório completo da GWEC clicando aqui

 

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