Especialista afirma que, embora esteja em processo de difusão, o BIM ainda é pouco usado no país | Téchne

Entrevista

Especialista afirma que, embora esteja em processo de difusão, o BIM ainda é pouco usado no país

Alio Ernesto Kimura é autor do livro Informática Aplicada em Estruturas de Concreto Armado, da Editora PINI

Bruno Loturco
Edição 245 - Agosto/2017

ALIO ERNESTO KIMURA

Divulgação

Engenheiro civil formado em 1997 pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, é sócio-diretor da TQS Informática. Com atuação na área de desenvolvimento de softwares para cálculo de estruturas de concreto desde 1998, é autor do livro Informática Aplicada em Estruturas de Concreto Armado, pela Editora PINI. Além disso, é secretário da revisão das normas ABNT NBR 6.118:2014 e ABNT NBR 15.200:2012 e professor de cursos de pós-graduação com ênfase em estruturas. Nesta entrevista, Kimura fala sobre a atual situação do Building Information Modeling (BIM) no setor da construção civil, especialmente dentro dos escritórios de projeto de estruturas. Na opinião dele, a interferência do governo não é imprescindível para a disseminação da cultura de projeto baseada em BIM, mas a instabilidade da economia brasileira atrapalha o planejamento de médio e longo prazo. Com isso, o amadurecimento da tecnologia é retardado e, consequentemente, os benefícios da modelagem não podem ser amplamente percebidos por incorporadores, construtores, investidores e até mesmo projetistas. Outro efeito percebido por ele é o desequilíbrio entre os diversos atores do mercado no que diz respeito ao conhecimento acerca da tecnologia. Enquanto há empresas altamente evoluídas, com pesquisas avançadas em BIM, outras nem ao menos sabem o que a sigla significa.


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