Arquiteta analisa o fluxo como regulador do espaço funcional na arquitetura hospitalar | Téchne

Artigo

Arquiteta analisa o fluxo como regulador do espaço funcional na arquitetura hospitalar

Artigo avalia Hospital Infantil Albert Sabin e Hospital da Rede Sarah de Fortaleza

Edição 235 - Outubro/2016

Introdução
Devido às mudanças tecnológicas, que começaram no século XIX, é visto que há, cada vez mais, uma preocupação com a elaboração de um bom projeto hospitalar, a fim de evitar diversos problemas referentes a organização e demandas inerentes a um estabelecimento de saúde. No entanto, com a verticalização das edificações hospitalares e a difusão de aparatos tecnológicos, a preocupação com os fluxos foi diminuindo, assim como o cuidado com o espaço arquitetônico e seus ambientes.

Por isso, o presente trabalho busca relembrar e ressaltar a importância do estudo do fluxo para um edifício hospitalar, assim como seus tipos, suas disposições e possíveis variações; e também demonstrar sua aplicação, por meio de análises de dois hospitais de Fortaleza (CE), visto que muitos dos estabelecimentos de saúde da cidade parecem não ter tido esta preocupação no decorrer do desenvolvimento da edificação. Espera-se, assim, que o estudo da arquitetura desses estabelecimentos seja mais completo e adeque o espaço às tipologias de fluxos ideais.

O hospital
Segundo o Ministério da Saúde, o hospital é a parte integrante de uma organização médica e social, cuja função básica consiste em proporcionar à população assistência médica integral, preventiva e curativa, sob qualquer regime de atendimento, inclusive domiciliar, constituindo-se também em centro de educação, bem como encaminhamento de pacientes, cabendo-lhe supervisionar e orientar os estabelecimentos de saúde a ele vinculados. Já o glossário do Instituto Nacional de Estatística define o hospital como um estabelecimento de saúde provido de internamento, ambulatório e meios de diagnóstico e terapêutica.

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